sexta-feira, 13 de setembro de 2013

YEDA CRUSIUS DIZ QUE VAI CONCORRER A CADEIRA NA CÂMARA DOS DEPUTADOS

YEDA CRUSIUS FALOU COM O G1 NESTA QUINTA-FEIRA (12).
(Foto: Caetanno Freitas/G1)

A ex-governadora do Rio Grande do Sul Yeda Crusius está de volta à cena política. Mais de dois anos e meio depois de deixar o Palácio Piratini, ela afirma que chegou o momento de acordar do “período sabático”, como a própria define. Em entrevista concedida ao G1 nesta quinta-feira (12), Yeda anuncia que disputará uma cadeira na Câmara dos Deputados, em 2014, e confirma apoio a Aécio Neves na disputa do partido à presidência da República.

“O que me guia é a política. Tenho sido chamada para atuar nacionalmente e desta vez, pela primeira vez, ao invés de condicionar, acho que tenho de ajudar o partido para que essa candidatura venha em 2014 como deputada federal”, diz Yeda.
Animada, falante e aberta a todos os temas, Yeda Crusius avalia seu próprio governo – que antecedeu Tarso Genro, entre 2007 e 2011 – e sublinha erros e acertos, como a relação conturbada com seu vice, Paulo Afonso Feijó, com quem garante nunca ter feito às pazes.
Na conversa, Yeda evita críticas fortes ao governo Tarso Genro, mas considera um erro o aumento da dívida pública e a criação da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) para administrar as estradas estaduais. O crescimento de 15% do PIB, anunciado nesta semana pelo Piratini, foi atribuído ao ano sem seca, que beneficiou o agronegócio.


A ex-governadora também fala sobre a greve dos professores, que já dura 17 dias. Yeda critica o que chama de política "de altos salários” do Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (CPERS-SINDICATO) e compara o recente protesto na casa do governador ao episódio em frente à sua residência, em 2009, fato que, segundo ela, mudou sua vida.
CONFIRA ABAIXO A ÍNTEGRA DA ENTREVISTA COM YEDA CRUSIUS.

G1 - Passados mais de dois anos desde que a senhora deixou o governo, que avaliação faz do seus erros e acertos no Palácio Piratini?

Yeda Crusius - O primeiro acerto foi termos formado um grupo e ter constituído apoio da população que nos elegeu para confirmar que era possível dar ao Rio Grande do Sul aquilo que ninguém acreditava que ele pudesse ter: sua autonomia fiscal. Era o Estado poder fazer valer suas prioridades com seu próprio orçamento, levar a palavra autonomia como guia. Então, o acerto foi ter feito do Rio Grande do Sul um estado autônomo na questão orçamentária. Não fomos de pires na mão a Brasília. Meu maior erro foi ter aceitado, ou não ter conseguido alguma ajuda que impedisse isso, dois governos: o nosso e o do vice-governador, que era associado a mais radical das oposições, a mais destrutiva das oposições. Então, meu maior erro foi não ter obtido sucesso para fazer uma mudança neste campo. Eu peguei um ciclo ruim, um ciclo de vazamentos, que acabou logo depois que nós saímos.

G1 - A senhora fez as pazes com Paulo Afonso Feijó (ex-vice-governador)?

Yeda - Não se faz as pazes. Foi ele quem brigou comigo. Era ele quem queria minha cadeira de governadora. Na verdade, nunca tinha tido convívio com ele e nunca tive. Até tentei. Passei o governo duas vezes para ele, buscava que ele estivesse junto com a gente, de forma inútil. Foi uma pessoa colocada por parceiros de muitos anos que acabou resultando nessa coisa que a história vai escrever. Porque é difícil você ter um caso como esse. Foi um "case", não é uma coisa comum. Os interesses mais negativos, de golpe, eu passei durante muito tempo por isso, com quem queria meu lugar, com quem queria me tirar antes da hora. Mas nós resistimos. Nunca estive sozinha.

G1 - Qual a avaliação que a senhora faz do governo Tarso Genro? O que achou do crescimento de 15% do PIB anunciado nesta semana?

Yeda - Eu felicito a agroindústria, o agronegócio gaúcho. Também tive um “pibão” de 10,9% em meio à crise mundial. Foi muito forte, houve recessão no mundo inteiro. O Rio Grande do Sul depende da safra e com ela a incorporação em tecnologia. Então eu saúdo de sorriso aberto. O campo já esta aí há muito tempo. Quando você conseguir dominar a seca, você vai fazer do Rio Grande do Sul um estado maior e melhor. Mas eu não faço avaliação do atual governo. No meu tempo, eu fiz minha parte. Investimos uma “barbaridade” e não fizemos déficit. Depois do “déficit zero”, investimos em todas as áreas: em saúde, segurança pública. Os indicadores sociais melhoraram de uma maneira extremamente significativa. Então, nesse sentido, provamos que não precisa ter déficit. Se esse governo escolheu ter déficit, portanto, aumentar a dívida, eu lamento. Mas é o inverso do que nós queremos.

G1 - O governo Tarso acabou com as concessionárias em rodovias estaduais. Você considera um erro ou um acerto? Qual sua avaliação sobre a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR)?

Yeda - Não vou avaliar a EGR porque eu jamais teria criado ela. A minha proposta era outra. Eu queria duplicar as estradas com dinheiro do orçamento do estado, somado a um novo contrato com as concessionárias. O Rio Grande do Sul é o que tem menos estradas duplicadas. É ridículo o que temos hoje em um estado onde se transporta o agronegócio pelas estradas. Repetiria tudo que fiz. O governo federal me impediu de fazer melhor na época. Eu acho que não faria nada diferente. Eu propus reduzir a cobrança de pedágios em 30%, em janeiro de 2009, acertar o passivo da dívida criada no governo Olívio Dutra e um mapa de duplicações, que não fizemos porque o Ministério do Transporte negou.

G1 - O magistério está em greve. A paralisação também atingiu o seu governo e houve muita polêmica e discussão com a senhora. Como era sua relação com a categoria? Acha que o governo atual tem condições de pagar o piso nacional?

Yeda - Entrei no governo com uma lei de piso nova. Mas nós consideramos inconstitucionais. Eu não podia pagar a lei do piso sem reestruturar a carreira dos professores. Então, para não prejudicar os de baixo, propus triplicar o salário de quem entrava na carreira. Mas o CPERS não quis. A política deles é de altos salários. Sempre foi assim. Não se importavam com o que a gente pensava. Saí do governo e o Supremo ainda não havia dado a decisão. Depois mandaram aplicar. Mas acho que o governo não tem condições de pagar o piso sem reestruturação de carreira. Nada mudou de lá para cá.

G1 - Recentemente, o CPERS protestou na casa do governador. Qual a lembrança que a senhora tem do episódio de 2009, quando o sindicato foi até sua residência?

Yeda - O protesto na frente da minha casa foi logo depois do déficit zero. Mas o protesto deles na casa do governador Tarso foi diferente. Agora, quem estava lá era a Tropa de Choque. No meu caso não. E eu morava com as crianças, a casa era aberta. Naquele momento eu percebi que não poderia morar com minha família. Toda essa tentativa de me tirar do cargo gerava muita violência. Decidi que não podia morar com filhos ou netos. Mudei radicalmente minha vida a partir daquele episódio.

G1 - Já faz algum tempo desde que a senhora concedeu a última entrevista. A senhora decidiu falar por que vai voltar à cena política? Pretende se candidatar em 2014?

Yeda - Eu ainda estou no meu período sabático. Com as mobilizações de junho, pensei: tenho que fazer alguma coisa. Com meu partido, o PSDB, se organizando, construindo unidade, não vejo por que não. O que me guia é a política. Tenho sido chamada para atuar nacionalmente e desta vez, pela primeira vez, ao invés de condicionar, acho que tenho de ajudar o partido para que essa candidatura venha em 2014 como deputada federal.

G1 - Em sua opinião, qual é o nome do PSDB para a disputa presidencial no país? O seu partido tem condições de ganhar a eleição? A senhora sente a oposição enfraquecida?

Yeda - Se não houvesse esse tipo de condição, de tirar o governo do PT, o partido nem existiria. Já dirigimos o país, vários estados, criamos muitos projetos e, sobretudo, temos história. Em nome de tudo o que já fizemos e enfrentando o novo que as ruas estão pedindo, acho que podemos conseguir. Em relação ao nome, é Aécio Neves. É a vez dele. Todos estão unidos por ele. Ele tem uma capacidade, uma leveza para fazer política, que o Brasil está precisando. Sobre a oposição, eu acho que ela não está enfraquecida. Ela existe. Mas não tem espaço na mídia.


Editado por:Edison Franco.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

DEPUTADA ZILÁ RECEBE COMENDA MONTE CASEROS EM IJUÍ

Na noite de quinta-feira (22) a deputada estadual Zilá Breitenbach (PSDB), esteve em Ijuí recebendo a Comenda Monte Caseros, do 27º Grupo de Artilharia de Campanha de Ijuí, no pátio de Formatura da Unidade, juntamente a solenidade alusiva ao Dia do Soldado, na qual foi realizado o tradicional juramento à Bandeira Nacional.
A Comenda Monte Caseros é uma condecoração que foi criada pelo comando do 27º GAC, para homenagear as personalidades que, de alguma forma, contribuíram para o engrandecimento do Grupo de Artilharia de Ijuí. Na frente da medalha há o brasão e a identificação da unidade e, no verso, a imagem do Monumento do Imigrante, com as inscrições “Pátria e Honra Trabalho e Fé”, prestando dessa forma, uma homenagem ao município.

Editado por: Edison Franco.


ZÉ DIRCEU A CAMINHO DA CADEIA

STF rejeita todos os recursos da defesa do subchefe do Mensalão.
Celso de Mello, hoje, consagrou o STF como guardião da lei e da ordem no Brasil.
O herói do dia garantiu cadeia para o subchefe do Mensalão, o bandoleiro e trambiqueiro José Dirceu, que junto com Lula e 40 ladrões, desbastaram os cofres públicos e uniram-se a empresários canalhas para corromper eleitores e parlamentares, visando emascular-lhes os votos e garantir vida eterna para o PT no Poder.
Com o Mensalão, foram também julgados os governos Lula e Dilma, mais o PT. Todos são culpados e irão pra o lixo da história - alguns deles, para a cadeia.

Os repórteres Guilherme Balza e Débora Melo produziram a reportagem que vai a seguir e que prepararam para o site www.uol.com.br de quem é a publicação. Só Lewandowski, Toffoli e Marco Aurélio Melo tentaram livrar a cara do bandoleiro do PT, que deve ir se preparando para fugir ou para ir para a cadeia. O mais provável é que Zé Dirceu escape para a Bolívia, Venezuela, Nicarágua ou Cuba. O ponto alto do julgamento de hoje, foi dado pelo ministro Celso de Mello. Seu pronunciamento consistente, emocionado, heróico, devastador, honra à magistratura brasileira e entrará para os anais da Justiça do Brasil. Ele sepultou até mesmo possíveis embargos infringentes que venham a ocorrer. Celso de Mello botou na lata de lixo da história a própria existência do PT e a trajetória do verdadeiro chefe do Mensalão, Lula da Silva. Leia a notícia, sem adjetivos e opiniões:

Em sessão do julgamento dos recursos do mensalão na tarde desta quinta-feira (29), o STF (Supremo Tribunal Federal) rejeitou todos os embargos apresentados pela defesa do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, condenado a dez anos e dez meses de prisão por formação de quadrilha e corrupção ativa. No julgamento do ano passado, a maioria dos ministros o considerou o mandante do mensalão.
Os recursos apresentados pela defesa de Dirceu pediam redução das penas e das multas ele também foi multado em R$ 676 mil.


Editado por: Edison Franco.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

#FichaLimpaRS

Amigos(as), companheiros(as) vamos ajudar a divulgar a campanha #FichaLimpaRS. Da DEPUTADA ZILÁ BREITENBACH, a aprovação desse projeto que tramita na Assembleia desde 2011 é muito importante para o nosso     Estado, pois é mais um mecanismos que ajuda no combate a corrupção. Outros 12  Estados do Brasil já aprovaram, agora é a vez do RS! Candidato ficha suja não pode se candidatar a nenhum cargo eletivo. Vamos moralizar nosso Estado e acabar com a corrupção desenfreada que atualmente acontece em todos os setores.

Favor compartilhar com seus amigos!!!

Você como cidadão pode ajudar para que haja uma maior transparência na gestão pública, compartilhando, curtindo e passando a imagem que segue, usando sempre em seus textos a hashtag #FichaLimpaRS

PLC 249/2012 – Deputada Zilá lança campanha #FichaLimpaRS
Determinada a aprovar o Projeto de Lei Complementar (PLC) 249/2012, que veda a nomeação em cargos públicos de pessoas inelegíveis nos termos da Lei Complementar Federal nº 135, de 4 de junho de 2010, de sua autoria, a deputada Zilá Breitenbach (PSDB), inicia essa semana a campanha #FichaLimpaRS.


O projeto tramita na casa desde 2011. Primeiro ele foi apresentado como projeto de lei (PL) nº 80/2011, depois por sugestão dos membros da CCJ o mesmo foi alterado para Projeto de Lei Complementar (PLC) 249/2012, e ainda segue na CCJ com parecer contrário apresentado pelo relator, Deputado Raul Pont (PT).

“Primeiramente a justificativa para o projeto não ser aprovado era de que em vez de projeto de lei ele deveria ser um projeto de lei complementar. Arquivei então o PL e, elaborei um PLC nos moldes sugeridos pelos membros da CCJ. Agora, segundo conversa com os deputados da CCJ já não serve um PLC, e sim para ser aprovado o mesmo deveria ser apresentado como uma Emenda Constitucional. Quem perde com tudo isto é a sociedade gaúcha, pois o Ficha Limpa RS poderia contribuir por ser mais um mecanismo legal à proteção da probidade e da moralidade administrativa, bem como à transparência no exercício dos cargos de primeiro escalão da Administração Pública do nosso Estado”, enfatiza a líder da bancada do PSDB na Assembleia Legislativa.

Apesar do projeto não andar, a parlamentar não desanima com o posicionamento dos colegas, e agora espera receber o apoio popular para pressionar seus colegas a aprovarem a Lei Ficha Limpa RS durante os próximos dias. A deputada também não descarta a possibilidade de arquivar o projeto de lei complementar e apresentar um projeto de emenda constitucional, conforme sugestão dos membros da CCJ.

Hoje os estados de São Paulo, Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Piauí, Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro já possuem legislação estadual em vigor sobre o assunto.
6 agostos 2013  Autor: Imprensa: http://deputadazila.com.br/blog/

Editado por: Edison Franco.


domingo, 11 de agosto de 2013

PARABÉNS SANTA ROSA PELOS SEUS 82 ANOS!

Participar dos grandes acontecimentos é nossa obrigação para com o nosso Município que nos  possibilita continuar a crescer e a sentir o  prazer e a vibração de aqui morar com as nossas famílias. Neste dia 10 de agosto de 2013,  Santa Rosa completa 82 anos.
Em comemoração ao seu aniversário, desejamos-lhes Parabéns a todos que diariamente cumprem sua missão, contribuindo assim com o desenvolvimento da querida Santa Rosa, buscando sempre novos projetos e aceitando o desafio de fazer mais e melhor, não perdendo de vista os anseios desta valorosa  comunidade. “Parabéns Santa Rosa por mais um aniversário”.
São os sinceros votos do Diretório Municipal 

do PSDB de Santa Rosa. 

Editado por: Edison Franco.




sábado, 3 de agosto de 2013

NOTA OFICIAL DO DIRETÓRIO ESTADUAL DO PSDB-SP

O PSDB nunca compactuou, nem nunca há de compactuar, com o erro e com a falta de conduta ética. Ao Governo do Estado de São Paulo, desde 1995 sob o comando do PSDB-SP, interessa buscar ressarcimento e punir os eventuais responsáveis pela suposta formação de cartel para licitações de obras do metrô. É um trabalho a favor da população.
Causa estranheza, no entanto, que o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) se negue a fornecer o conteúdo das investigações para que a Corregedoria de São Paulo faça seu trabalho. Os documentos foram solicitados há um mês e até agora não houve qualquer resposta.
Em vez disso, o órgão faz vazamentos seletivos de dados à imprensa, com o claro objetivo de confundir e de produzir efeitos políticos e eleitorais. Não há como admitir que órgãos de Estado como o CADE negligenciassem seu papel, se comportando como polícia-política. Essa postura degrada o órgão que sempre foi reconhecido pela sua excelência.
Por parte da administração Alckmin, bem como foi com as gestões de Mário Covas e José Serra, não houve e nem há qualquer tolerância com o erro.
O PSDB-SP protocolou hoje um pedido de informação ao CADE sobre o assunto. Já a liderança do partido na Câmara está avaliando a necessidade de outras formas legais de interpelação do órgão para que possamos ter acesso aos documentos referentes à investigação, permitindo que sejam tomadas as medidas corretas de investigação e punição daqueles que supostamente lesaram o erário.
Deputado Duarte Nogueira. Presidente do PSDB-SP-02/ 08/ 2013 às 15h24min
Editado por: Edison Franco.

terça-feira, 16 de julho de 2013

APROVAÇÃO DO GOVERNO DILMA CAI DE 54,2% PARA 31,3%, INDICA CNT.

Pesquisa divulgada nesta terça confirma tendência de queda após onda de protestos; reprovação subiu de 9% para 29,5%, na comparação com junho.

A avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff caiu de 54,2% para 31,3%, segundo pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira, 16 de julho de 2013. O levantamento foi feito entre os dias 7 e 10 de julho, após a onda de protestos ocorrida no País.

Veja também:
           




APROVAÇÃO DO DESEMPENHO PESSOAL DE DILMA TAMBÉM CAIU DE 73,7% E PARA 49,3% -

Aprovação do desempenho pessoal de Dilma também caiu de 73,7% e para 49,3%
A avaliação negativa do governo subiu de 9% em junho para 29,5%. Foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 134 municípios de 20 Estados, das cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. A última pesquisa CNT/MDA, divulgada em 11 de junho, registrou oscilação negativa na avaliação do governo e ficou em 54,2%, ante 56,6% do levantamento anterior.

Segundo o levantamento atual, a aprovação do desempenho pessoal de Dilma também caiu de 73,7% e para 49,3%. Já o índice de desaprovação saltou de 20,40% em junho para 47,3%.

Datafolha. No fim de junho, pesquisa realizada pelo Datafolha, divulgada no dia 29 de junho - após a intensificação dos protestos pelo País -, também indicou queda na aprovação da presidente. O índice caiu de 57% para 30% em três semanas. Foi a maior queda de aprovação de um presidente aferida pelo Datafolha desde Fernando Collor em 1990.

Na ocasião, o levantamento identificou ainda o aumento da reprovação ao governo. O percentual de brasileiros que consideram o governo ruim ou péssimo subiu de 9% para 25%. A deterioração das expectativas em relação à economia, segundo o jornal, também explica a queda da aprovação da presidente. A avaliação positiva da gestão econômica caiu de 49% para 27%.


Editado por: Edison Franco

terça-feira, 9 de julho de 2013

“O REAL DE 19 ANOS”, POR YEDA CRUSIUS.

Perdoem-me a escolha da forma, a digressão, mas, como disse recentemente Fernando Henrique em entrevista sobre o momento atual do povo nas ruas, a idade permite por tudo o que já vivi na matéria. Mais importante no momento em que celebramos os 19 anos da moeda Real, e vemos perigosos sinais de falta de amor por ela pelo governo atual, quero registrar um pouco da gestação e nascimento desses anos de estabilidade. Como em artigo recente no Estadão, Gustavo Franco afirmou “E o real foi para as ruas” sim, a defesa contra a volta da inflação está levando o povo às ruas. Novo ciclo.
Era 1984. Nos nada saudosos tempos da hiperinflação, eu tive a responsabilidade de por dois anos ser Editora da Revista da ANPEC – Associação Nacional dos Centros de Pós-Graduação em Economia, sendo eu mesma coordenadora de um deles, o da UFRGS. Cada número, anual, reunia os frutos dos debates que antecediam, com temas provocativos, nosso Encontro Anual de final de ano, onde pelos economistas ferviam ideias livres, agregando os debates vindos de todos os cantos e cursos do país. Ainda nos dividiam entre monetaristas e estruturalistas – a eterna divisão ideológica…

Naquele ano realizamos, em outubro, por convite de Mário Henrique Simonsen, na FGV do Rio de Janeiro, o debate sobre como atacar e acabar com a hiperinflação. As propostas polares eram (1) dada a impossibilidade de plano negociado na sociedade – tempos das Diretas Já e a evidente instabilidade política gerada pela transição para a volta à democracia, o plano por choque de congelamento de preços com troca imediata de moeda (Cruzado), e (2) um criativo plano baseado na experiência europeia do pós-guerra, de fazer a transição aberta e negociada por um tempo através da coexistência de duas moedas, mudando os contratos até poder trocá-los pela única, definitiva e descontaminada moeda – à qual os nossos autores, em homenagem histórica à nossa primeira moeda, denominariam Real – a dos réis ou mil réis.

As eleições foram indiretas. Mas morto Tancredo antes da posse, e assumindo Sarney sob forte instabilidade, venceu e foi aplicado em 1986 o primeiro modelo, o do congelamento, com uma nova moeda, Cruzado. O mundo em chamas pelos choques de petróleo de 1973 e 1979, e com as crises sequenciais de dívida pelo mundo, não havia a quem recorrer. Era uma tonteira e um salve-se quem puder. Aqui foi assim, choques e moedas sequenciais na chamada “década perdida”.

Então mudou o Brasil e mudou o mundo. Veio a Constituinte de 1988, com a estruturação do Estado Democrático de Direito, o nascimento do PSDB em meio a ela, a queda do Muro de Berlim em 1989, – com o fim da Guerra Fria, e aqui o derradeiro choque, o do Collor e o sequestro da poupança em 1990. Inflação é desconfiança, estourou logo ali. Nossos criadores do Real àquela época, na ponta Pedro Malan, corriam o mundo até ser assinado o Plano Brady, o da renegociação global das dívidas dos choques do petróleo.

Sem golpe, assumindo Itamar Franco em 1993, sob a batuta do então ministro Fernando Henrique Cardoso e a genial equipe que montou, finalmente pudemos viver o período de construção corajosa e competente da confiança dentro da sociedade. Foi pela construção do Plano Real, andando juntas a URV e a moeda temporária de plantão, o Cruzeiro Real de 1993 até 1º de julho de 1994, data de nascimento do Real. Logo depois, os anos corajosos dos dois governos do PSDB, com a mesma equipe. Controlamos a inflação sob as chuvas e tempestades das crises internacionais, e deixamos pronta a economia da estabilidade e a sociedade da confiança entre governantes e governados, transparência e mudança. Mudou o Brasil para melhor.

É por isso que celebrar os 19 anos do Real construído com a liderança da PSDB nos chama de volta ao início: oferecer ao Brasil a alternativa possível e concreta de avançar, barrando o retrocesso que as ruas nos dizem ter percebido e não desejar. Feliz aniversário junto com a imensa maioria que celebra conosco os 19 anos do Real.

*Fundadora e Presidente de Honra do PSDB-Mulher

04/ 07/ 2013.

Editado por: Edison Franco.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

RODA VIVA | FERNANDO HENRIQUE CARDOSO | 01/07/2013

Ex-presidente e mais novo membro da Academia Brasileira de Letras vem ao centro do Roda Viva falar sobre seu livro mais recente e a situação atual do Brasil.Transmitido ao vivo em 01/07/2013. Editado por: Edison Franco.

sábado, 29 de junho de 2013

25 ANOS DO PSDB EM SANTA ROSA

Os tucanos Santa-rosenses comemoraram o aniversário de 25 anos do PSDB com jantar no Salão de festas, onde mora o nosso companheiro Carlos Nasi, Delegado Estadual e Ex-presidente da Executiva na noite desta quarta feira 26. (O Partido da Social Democracia Brasileira, PSDB, foi fundado em 25 de junho de 1988).
O jantar festivo foi aberto pelo secretario Edison Franco, passando a palavra ao  anfitrião Nasi saudar os presentes, seguido do presidente Vitor Abreu. Para encerrar Falou o presidente do ITV Jaime Antônio Sirena. A seguir resumidamente as palavras proferidas: Devemos ser a vanguarda na luta pela transparência, combatendo à corrupção, e transmitir, com exemplos, esses valores à sociedade brasileira. É preciso buscar mecanismos econômicos ágeis e modernos em busca do desenvolvimento social concreto, que crie as condições de crescimento pessoal e profissional para que o jovem acredite nos ideais do Partido. 
Mais de 30 pessoas participaram do encontro, que teve também a presença de todos os membros da Comissão Executiva. Na oportunidade, vários jovens filiaram-se ao partido.



O aniversario foi comemorado com um gostoso galeto, pernil de porco, granito,   assado pelo tesoureiro João Reis e sua esposa Rosane. A companheira Fabiana fez o arroz e diversas saladas.



Estiveram presentes: Marcus Walczak, Marcio Pires, e Flavio Sommitz, da JPSDB.

Editado por: Edison Franco.