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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
domingo, 25 de janeiro de 2015
"SEM ENERGIA PARA CRESCER", ANÁLISE DO ITV
O apagão que deixou pelo menos 11 estados e o Distrito
Federal no escuro no último dia 19, coroa os fiascos de um modelo imposto ao
setor elétrico brasileiro por Dilma Rousseff. Desde que ocupou o ministério de
Minas e Energia, passando pela Casa Civil e, especialmente, já como presidente
da República, ela esmerou-se em não deixar pedra sobre pedra no nosso sistema
de produção de energia. As consequências, só a escuridão que deixou milhões de
brasileiros sem luz não deixa ver: o Brasil não dispõe hoje de energia
suficiente para crescer. Desde 2013, ocorreram 142 apagões no país.
O episódio foi apresentado na versão oficial como um
"corte preventivo" para evitar um apagão de proporções gigantescas.
Ou seja, o sistema apresenta problemas evidentes para fazer frente ao consumo
em alta, ao mesmo tempo em que a geração a partir de fontes hidráulicas está
estrangulada pela falta de chuvas, por restrições ambientais, pela má gestão e
pelo mau planejamento do prazo de entrada em operação das usinas em construção.
A produção com base na queima de combustíveis fósseis está no limite e as obras
de expansão do parque nacional acumulam frustrações, com seguidos atrasos de
cronograma.
Mesmo com a série crise hídrica que o país enfrenta desde o
ano passado, o governo petista sempre negou os riscos de apagões e,
principalmente, de racionamento - que só acontecem como fruto de
"barbeiragens", segundo ensinava Dilma ainda como ministra-chefe da
Casa Civil. Mas a perspectiva é de que, com reservatórios em níveis baixíssimos
e um consumo ainda indomado, a população passe a conviver com constantes
contratempos de falta de energia. Segundo os modelos oficiais, a chance é de
4,9%, no limite do aceitável, mas cálculos privados estimam risco bem maior, em
torno de 40%.
UM MODELO FRACASSADO
Em setembro de 2012, na véspera do Dia da Independência,
Dilma convocou rede nacional de rádio e televisão e transformou a ocasião em
palanque eleitoral. Dedicou seu longo pronunciamento a anunciar "a mais
forte redução de tarifa elétrica já vista neste país". Em média, as contas
para o consumidor seriam reduzidas em 18%. Ocorre que, já naquela época, os
reservatórios estavam baixando rapidamente, projetos de geração de
hidrelétricas e térmicas já estavam atrasados e o país começava a flertar com a
escassez de energia - o que, definitivamente, não combina com preço em queda.
A redução das tarifas foi obtida à custa da renovação
forçada de contratos de concessão, em condições muito desvantajosas para as
empresas, que ficariam sem recursos para investir. As estatais federais foram
obrigadas a aceitar e apenas as geradoras controladas pelos governos de Minas
Gerais, São Paulo e Paraná disseram "não", para evitar que seus
negócios fossem tragados pelas cláusulas draconianas impostas pela intervenção
intempestiva do governo. Vale registrar que, juntas, essas empresas haviam sido
responsáveis por cerca de 70% de toda a capacidade de geração e transmissão no
país desde 1999.
A estrutura de subsídios e tributos incluídos nas contas de
luz também foi revista. Desde então, o setor elétrico entrou numa espiral de
problemas. Empresas geradoras, transmissoras e distribuidoras viram suas
receitas minguarem, seus balanços se desequilibrarem e foram forçadas a pisar
no freio dos investimentos. O setor entrou em marcha lenta, enquanto a
Eletrobrás mergulhou numa crise sem precedentes. A estatal de energia abriu
plano para desligar 25% de sua mão de obra e vender parte de seus ativos, mas
nem isso impediu que acumulasse prejuízo de R$ 13 bilhões nos últimos dois
anos. As mudanças comprometeram a capacidade da empresa de investir no sistema
por muitos e muitos anos, já com reflexo nos leilões de 2013 e 2014, cuja
capacidade leiloada caiu 60%.
ENERGIA NEGOCIADA EM LEILÕES (EM MIL GWH)
Além de minar a capacidade de investimento das principais
empresas do setor, a intervenção saiu custosa. O governo foi obrigado a fazer
seguidos aportes de recursos para cobrir rombos que as empresas acumulavam ao
comprar energia mais cara no mercado para honrar contratos de fornecimento
firmados com consumidores. Os subsídios concedidos por meio da Conta de
Desenvolvimento Energético somaram R$ 31,4 bilhões - deste valor, R$ 19,5
bilhões referem-se a desembolsos feitos pelo Tesouro. Os custos totais da
barbeiragem superam R$ 114 bilhões.
Pior é que nem as tarifas baratinhas resistiram. No ano
passado, segundo o IBGE, os preços de energia tiveram alta média de 17%
(chegando, em alguns casos, a 36%), eliminando quaisquer resquícios da redução
forçada de 2013. Neste 2015, a pancada será ainda mais forte. O governo decidiu
que não irá mais cobrir os rombos dos desequilíbrios gerados pelo modelo criado
por Dilma e passará a repassá-los integralmente para as contas de luz. Com o
novo sistema de formação de preços, estima-se que os reajustes neste ano fiquem,
em média, em 40%. A intervenção petista está doendo no bolso dos brasileiros.
SINAIS CONTRADITÓRIOS
Enquanto durou, a energia mais barata gerou um incentivo
perverso num país cujo insumo era cada vez menos disponível. Prevista para o
início do ano passado, a adoção de bandeiras tarifárias - que indicariam
escassez e o consequente aumento nos custos de geração - foi adiada por 12
meses. O consumidor não obtinha do governo nenhuma sinalização de que o país já
estava andando no fio da navalha em termos de produção de energia. Pelo
contrário, o discurso foi sempre tão otimista quanto irresponsável. Resultado:
nos últimos dois anos, mesmo com a economia parada, o consumo aumentou 7,5%,
segundo o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico). O planejamento também
tem falhado: em 2014, o parque gerador cresceu 30% menos que o estimado no
início de 2013.
Com menos chuvas, a geração hidrelétrica foi comprometida e
o país se viu obrigado a acionar continuamente todas as usinas térmicas
disponíveis para que não faltasse energia. A matriz energética brasileira -
país que tem a maior disponibilidade de recursos hídricos para produção de
energia do planeta - foi ficando cada vez mais suja: desde 2008, a participação
das termelétricas subiu de 22,3% para os atuais 28,2%, segundo a Empresa de
Pesquisa Energética (EPE) e a Aneel. Ou seja, algo que deveria ser temporário,
emergencial, tornou-se permanente para suprir a explosão de consumo incentivada
pelo governo petista. Andamos, assim, na contramão dos esforços globais pela redução
das emissões de gases de efeito estufa.
Os desequilíbrios criados a partir da edição da medida
provisória n° 579, convertida em lei em janeiro de 2013, também acabaram por
desestimular a expansão da oferta de energia no país. Há, hoje, uma extensa lista
de obras à espera de conclusão ou, pior ainda, que sequer saíram do papel. Mais
grave, o setor também convive com o descasamento entre os cronogramas de
construção de usinas (em geral, mais adiantadas) e o da instalação de linhas
(59% dos projetos de transmissão estão atrasados).
Obras prioritárias para garantir
segurança no suprimento de energia não são realizadas. O ONS lista 310 projetos
de transmissão e geração classificados como essenciais para assegurar o
abastecimento no país até 2017, mas 104 deles já foram cobrados anteriormente
dos planejadores oficiais e não andaram, nem têm previsão de licitação – como é
o caso de 10,2 mil km de linhas de transmissão. Há atrasos de até quatro anos
em obras fundamentais, como a construção da usina nuclear de Angra 3. Dezenas
de parques eólicos no Nordeste estão sem gerar energia porque não dispõem de
linhas de transmissão para interligá-los ao sistema nacional. Na prática, o
planejamento do setor transformou-se numa grande colcha de retalhos, com
péssima governança expressa nos erros da EPE e na inapetência do Comitê de
Monitoramento do Setor Elétrico. *Fonte: Câmara de Comercialização de Energia
Elétrica (CCEE).
NO FIO DA NAVALHA
Hoje o país anda no fio da navalha em termos de oferta e
consumo. O recomendado para um sistema equilibrado é que a reserva de energia
equivalha a 5% da demanda, o que, no caso brasileiro, significaria 4,3 mil MW.
Mas, quando aconteceu o apagão de 19 de janeiro, a sobra era de apenas 600 MW,
ou seja, menos de 1%. Para evitar problemas, a operação do sistema está
apelando a grandes consumidores para que alterem horários de produção ou
simplesmente parem de produzir. Desempregar será, certamente, o passo seguinte.
Até recorrer ao socorro da energia gerada na Argentina tem sido necessário.
O que o Brasil está vivendo hoje é decorrência da opção
equivocada da gestão petista em favor do populismo tarifário, em detrimento da
segurança energética. A presidente quis transformar energia em tema de campanha
e tornou o país uma economia que não dispõe de condições para voltar a crescer.
A repetição dos apagões no período de calor e os possíveis racionamentos
previstos para a época da seca tendem a nos empurrar definitivamente para uma
recessão neste ano.
CAPACIDADE INSTALADA DE GERAÇÃO ELÉTRICA NO BRASIL (EM MW)
O mais grave é que o Brasil está agora na contramão do resto
do mundo. Quando lá fora a energia estava cara, aqui tínhamos artificialmente
energia barata para garantir a eleição de Dilma. Agora que o mundo terá energia
barata em função da queda do barril de petróleo (até agora os preços caíram
pela metade), o país terá a energia mais cara do planeta, retirando ainda mais
competitividade de nossas empresas.
Um exemplo emblemático: os brasileiros pagam hoje 69% mais
pela gasolina do que no resto do mundo. Isso ocorre pelo fato de o governo
estar diante de uma armadilha: se reduzir o preço dos combustíveis, mantém a
Petrobras na situação crítica que a levou a tornar-se, nos últimos quatro anos,
a companhia mais endividada do mundo ao mesmo tempo em que mantinha um desconto
médio de 20% no combustível que vendia aos brasileiros em relação ao preço que
pagava no exterior. A estatal precisa agora quitar essa conta.
SEM LUZ NO FIM DO TÚNEL
O primeiro passo para o país sair da crise e fazer surgir
alguma luz no fim do túnel é o governo reconhecer os erros cometidos nos
últimos anos. É crucial apresentar um plano de uso eficiente de energia,
descentralizar a política energética, diversificar a matriz e incentivar a micro
geração, a geração distribuída e o maior uso de gás natural. Para recuperar o
avariado setor elétrico nacional, também será necessário abandonar o populismo
tarifário e a política de intervenções no mercado, e, com isso, restaurar a
estabilidade regulatória e a segurança jurídica, sem as quais os principais
investidores em energia se afastaram do país.
A crise energética no qual a presidente da República nos
meteu precisa ser enfrentada com honestidade e realismo. Hoje o que temos são
mistificações, tarifaço, apagões e um racionamento no horizonte. Medidas de
racionalização do consumo são cada vez mais necessárias - é certo que, com maior transparência por
parte do governo, a população brasileira certamente estaria colaborando para
diminuir a demanda, como, aliás, já fez no passado.
É simplesmente inaceitável que um país com a diversidade
energética do Brasil esteja neste momento vivendo seguidos apagões e discutindo
a possibilidade de racionamento. O grande desafio é transformar a riqueza
energética que a natureza nos deu em vantagem competitiva - o que não nos libera para negar as
dificuldades, o momento de escassez e simplesmente apelar para a intervenção
divina, como fez o ministro de Minas e Energia. O PT criou o problema e gerou
uma conta que agora os brasileiros estão sendo chamados a pagar. É mais um
estelionato eleitoral da lavra de Dilma Rousseff e mais uma das muitas
barbeiragens decorrentes das equivocadas políticas petistas.
*Fonte: Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
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Editado por: Edison Franco
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
VOTOS DE RENÚNCIA
Carta à Presidente da República Dilma Rousseff
Meu nome é ARY FONTOURA, sou brasileiro, tenho 81 anos, e
exerço o ofício de ator... Acredito que, por também ser uma figura pública,
Vossa Excelência tenha assistido algum dos meus trabalhos, seja no teatro, no
cinema, ou na televisão. Visto que vivemos num país onde a liberdade de
expressão é primazia, venho solicitar, através desta carta, me utilizando desta
rede social, em nome de mais de duzentos milhões de brasileiros, a sua renúncia.
Esforço-me, contudo, em explicar o meu pedido e, antes, permita-me algumas
considerações.
Já vivi o bastante e ao longo de todos esses anos pude ver
um grande número de presidenciáveis que, desde a Proclamação da República, seja
por indicação direta das Forças Armadas, por movimentos revolucionários, por
Golpe Militar, ou por voto direto, governaram este país... Assim como a
Senhora, sobrevivi aos duros Anos de Chumbo e, confesso, fui um admirador dos
companheiros, cujos ideais socialistas lutaram contra o Regime Militar... Mas,
depois de todo esse tempo, ainda aguardo um grande Presidente p/ o nosso
país... E acrescento que continuaremos sem tê-lo, enquanto houver um “telefone
vermelho” entre Brasília e o Guarujá ou São Bernardo do Campo.
Em 24 de agosto de 1954, o Presidente Getúlio Vargas se
matou em seu quarto com um tiro no peito. Na carta-testamento ele registrou:
“Eu vos dei a minha vida. Agora ofereço a minha morte. Nada temo. Serenamente
dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na
história”, preferindo o suicídio a se submeter à humilhação que os adversários
queriam com a sua renúncia.
Em 1961, o então Presidente Jânio Quadros, alegando “forças
ocultas”, renunciou e disse: “Desejei um Brasil para os brasileiros,
afrontando, nesse sonho, a corrupção, a mentira e a covardia que subordinam os
interesses gerais aos apetites e às ambições de grupos ou de indivíduos,
inclusive do exterior. Sinto-me, porém, esmagado. Forças terríveis levantam-se
contra mim e me intrigam ou infamam, até com a desculpa de colaboração”.
No próximo dia 1º, Vossa Excelência subirá a Rampa do
Planalto em direção à governança. No entanto, a subida será solitária, ainda
que partidária e com bases aliadas. Mas saiba que duzentos milhões de brasileiros,
mais uma vez, subirão com a Senhora, na esperança de se desenvolverem como
cidadãos, e de ascenderem coletivamente num país melhor. Por isso, reforço o
meu pedido inicial de “renúncia”.
Como chefe maior dessa Nação, como
Presidente ou Presidenta, renuncie à corrupção, aos corruptores, aos
corrompíveis, aos corrompidos; renuncie à roubalheira política, aos escândalos
na Petrobras; renuncie à falta de vergonha e aos salários elevados de muitos
parlamentares; renuncie aos altos cargos tomados por ladrões; renuncie ao
silêncio e ao “eu não sabia”; renuncie aos Mensaleiros; ao apadrinhamento
político, aos parasitas, ao nepotismo; aos juros altos, aos impostos elevados,
à volta da CPMF; renuncie à falta de planejamento, à economia estagnada;
renuncie ao assistencialismo social eleitoreiro; à falta de saúde pública, de
educação, de segurança (Unidade de Polícia Pacificadora não é orgulho p/
ninguém); renuncie ao desemprego; à miséria, à pobreza e à fome; renuncie aos
companheiros políticos do passado, a velha forma de governar e, se necessário,
renuncie ao PT.
Dizem que o Natal é
uma época de trégua e que em Brasília a guerra só recomeça depois do Ano Novo.
Para entrar na história, porém, não será necessário ser extremista como Getúlio
e Jânio e renunciar a Presidência da República, mas será necessário não
renunciar ao seu país, ao seu povo. Governe com os opositores, governe com
autonomia. Faça o seu Natal ser particularmente inspirador e se permita que a
sua história futura seja coerente com o seu passado, porque o brasileiro tem o
coração cheio de sonhos e alma tomada de esperanças.
Editado por: Edison Franco.
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
"PERDI A ELEIÇÃO PARA UMA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA", AFIRMA AÉCIO NEVES.
O senador Aécio Neves (PSDB-MG),
candidato à Presidência derrotado nas eleições de outubro, afirmou que não
perdeu nas urnas para um partido político, mas para uma “organização criminosa”
existente em empresas apoiadas pelo governo da presidente Dilma Rousseff (PT).
A declaração foi dada em entrevista ao jornalista Roberto D'Ávila, da Globo
News, que foi ao ar na noite de sábado.
— Na verdade, eu não perdi a eleição para um
partido político. Eu perdi a eleição para uma organização criminosa que se
instalou no seio de algumas empresas brasileiras patrocinadas por esse grupo
político que aí está — disse o tucano.
]Na entrevista, Aécio fez várias
outras críticas a Dilma, sua adversária nas eleições de outubro. Ele afirmou
que Dilma se mantém no poder à custa do que classificou como “sordidez”
investida contra os oponentes, em especial durante a campanha eleitoral.
—
Essa campanha passará para a História. A sordidez, as calúnias, as ofensas, o
aparelhamento da máquina pública, a chantagem para com os mais pobres, dizendo
que nós terminaríamos com todos os programas sociais. Não só eu fui vítima
disso. O Eduardo (Campos) foi vítima disso, a Marina (Silva) foi vítima disso e
eu também. Essa sordidez para se mantiver no poder é uma marca perversa que
essa eleição deixará — disse Aécio a Roberto D’Ávila.
Para o tucano, um ataque em
campanha eleitoral, com respeito a determinados limites, “faz parte do jogo”.
Ele ressaltou que a disputa entre candidatos deve ser de ideias, não de caráter
pessoal. O senador lembrou que os embates com a presidente durante a campanha
foram duros:
— Eu tinha que ser
firme, mas sempre busquei ser respeitoso. Mas, nesses embates, eu representava
o sentimento que eu colhia no dia anterior, ou no mesmo dia de manhã, de uma
viagem que eu tinha feito por alguma região do Brasil. Eu passei a ser
porta-voz de um sentimento de mudança e também de indignação com tudo isso que
aconteceu no Brasil.
Na mesma entrevista, Aécio alertou para o risco de o Judiciário
brasileiro ser politizado pelas indicações que a presidente Dilma fará para
tribunais superiores. Ao longo do novo mandato, a petista indicará pelo menos
seis dos onze ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Isso porque cinco
dos atuais ocupantes das cadeiras completarão 70 anos, limite para a
aposentadoria compulsória, até 2018. A outra vaga foi aberta em julho deste
ano, quando o ministro Joaquim Barbosa pediu aposentadoria.
ATENÇÃO ÀS INDICAÇÕES PARA TRIBUNAIS
A presidente Dilma também fará
seis nomeações para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) nos próximos quatro
anos. O STJ é composto de 33 ministros. Antes de tomar posse, o ministro
escolhido precisa passar por sabatina no Senado. Aécio pediu atenção aos
parlamentares.
— É preciso que o Congresso esteja muito atento às novas indicações,
seja para o STJ, seja para o STF. Não podemos permitir que haja qualquer tipo
de alinhamento político do Judiciário brasileiro. A sociedade está mais atenta
do que nunca para que as nossas instituições sejam preservadas — disse. (O
Globo) Posted: 01 Dec 2014 12:31 AM PST-Tweet.
Editado por: Edison Franco.
sábado, 29 de novembro de 2014
Câmara Notícias
A votação do
projeto de lei que flexibiliza a meta fiscal deste ano na Lei de Diretrizes
Orçamentárias (LDO) de 2014 está na pauta da sessão do Congresso da próxima
terça-feira (2), mas só poderá ser votado depois que os parlamentares
examinarem dois novos vetos presidenciais, que passam a trancar a pauta da
sessão amanhã.
Pelo Regimento Comum, vetos têm
prioridade de votação e, se não forem analisados dentro de 30 dias, passam a
trancar a pauta. No caso dos dois vetos novos, o trancamento começa a partir do
dia 29 de novembro. Ambos foram encaminhados pela presidente Dilma Rousseff no
dia 30 de outubro.
Na terça-feira passada (25),
deputados e senadores chegaram a liberar a pauta ao votar os 38 vetos que
estavam na fila. Com isso, abriram caminho para votar o PLN 36/14 na
quarta-feira. Mas a votação ficou para a próxima semana por falta de quórum.
Um dos vetos que depende de
decisão dos parlamentares (28/14) trata do projeto de lei que muda o nome do
Instituto Federal Baiano para Instituto Federal Dois de Julho. O segundo veto
(29/14) refere-se a um projeto de lei que altera o nome da barragem Boqueirão
de Parelhas, localizada no município de Parelhas, no Rio Grande do Norte, para
“Dr. Ulisses Bezerra Potiguar.”
A sessão foi remarcada para as 18
horas. Para o início dos trabalhos é necessária a presença de pelo menos 86
deputados e 14 senadores. Já a derrubada de um veto exige o apoio da maioria
absoluta em cada uma das Casas, ou seja, pelo menos 257 deputados e 41
senadores. Posted by Lucas Mascarenhas × 28 de novembro de 2014 at 17:08
terça-feira, 28 de outubro de 2014
AGRADECIMENTO
O PSDB de Santa Rosa publicamente agradece os 23.375 eleitores que votaram em Aécio Neves, 45 obtendo 54,25% dos Votos em Santa Rosa, os demais municípios de 42º Zona eleitoral: Porto Mauá com 949 Votos num percentual de 52,23% e Tuparendi com 3505 votos o que soma 59,57%.
NOSSO MUITO OBRIGADO !!!
Queremos agradecer de Público o magnífico desempenho de Sartori, que foi eleito Governador do Estado do RS., pela respectiva Coligação "O Novo Caminho para o Rio Grande", Onde o PSDB faz parte, bem como manifestamos nosso parabéns extensivo ao vice de chapa o Empresário José Paulo Cairoli.
Executiva Municipal do PSDB de Santa Rosa. Santa Rosa, 27 de outubro de 2014.
Assinado: Vitor Abreu - Presidente e Edison Vitor Franco - secretario.
Editado Por: Edison Franco.
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
NOTA DE AGRADECIMENTO
O PSDB de Santa Rosa agradece os 18,452 eleitores que votaram no 45, sobretudo, o grande carinho e Apoio à Campanha da Nossa Deputada Estadual Zilá Breitenbach, que Dobrou SUA votação na Cidade com Mais de 1.000 Votos comparados AO ÚLTIMO pleito. a Deputada ficou na suplência com 29216-votos, sendo que o Partido elegeu quatro Deputados Estaduais.
Já o Deputado Nelson Marchezan Segue REPRESENTANDO o PSDB gaúcho na Câmara Federal com mais de 100.000 Votos.
Mas a Virada de Aécio Neves FOI Algo Inédito em disputas presenciais, POR Mais Otimistas e ávidos Que estávamos parecia Algo Distante Frente ÀS Pesquisas eleitorais. Por ISSO, o PSDB de Santa Rosa reitera o PEDIDO JÁ Feito publicamente POR Carlos Alberto Nasi: que OS Partidos aliados e apoiadores mantenham um Mobilização Nesse segundo turno pará levar Aécio Neves à Presidência da República.
Em Santa Rosa abrimos nesse domingo a Campanha do Segundo turno com bandeiraço e Caminhada no Parcão, convidando a todos para Integrar a Verdadeira Mudança.
Executiva Municipal do PSDB de Santa Rosa. Santa Rosa, 12 de outubro de 2014.
Editado Por: Edison Franco.
sábado, 4 de outubro de 2014
DILMA E MARINA BATEM BOCA. AÉCIO VENCE O DEBATE.
Os três candidatos que lideram a corrida presidencial se
atacaram mutuamente em todos os blocos do quinto e último debate antes do
primeiro turno das eleições, realizado na noite desta quinta-feira (2) pela TV
Globo. O evento, o mais acirrado e tenso da atual disputa, durou duas horas e
meia e foi realizado horas após o Datafolha apontar o acirramento da busca por
uma vaga no segundo turno entre Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB).
Um dos principais momentos de
tensão ocorreu quando a presidente Dilma Rousseff (PT), que concorre à
reeleição, prolongou uma discussão sobre corrupção com Marina. As duas trocaram
acusações depois que os microfones já estavam desligados e o tempo, esgotado. Empatado com Marina na disputa pelo
segundo lugar, Aécio Neves (PSDB) explorou o escândalo de corrupção na
Petrobras e mirou tanto em Dilma quanto em Marina.
A candidata do PSB, que por um
longo tempo esteve bem a frente de Aécio nas pesquisas, anunciou uma nova
promessa, a três dias da eleição, a de pagar um 13º aos beneficiários do Bolsa
Família. Acusada pelo PT de representar uma ameaça à continuidade do programa,
que é o carro-chefe da política social do governo, Marina repetiu a mesma
estratégia adotada quatro anos antes, também em um debate, pelo então
presidenciável tucano José Serra.
A candidata do PSB resistia a
apresentar essa proposta agora, às vésperas do primeiro turno, segundo apurou a
Folha. Mas ficou sem opção devido à ameaça de perder a vaga no segundo turno
para Aécio, segundo assessores. "Não tem coisa pior que chegar no Natal
sem ter como sequer dar uma ceia para o seu filho", disse Marina.
MENSALÃO
Já no primeiro bloco do evento Aécio e Marina se
confrontaram diretamente. O tucano lembrou que Marina era do PT durante o
escândalo do mensalão e que em sua gestão no governo Lula empregou derrotados
nas urnas. Marina rebateu dizendo que o mensalão começou a ser gestado em Minas
Gerais, durante campanha do PSDB. E arrematou: "Você falou que eu fui
atacada injustamente pelo PT. Eu também fui atacada injustamente por Vossa
Excelência, que pela primeira vez na história desse país se uniu com o PT para
tentar me desconstituir". Marina usava broche com o número de sua
candidatura, 40. Segundo o Datafolha, seus eleitores são os que menos conhecem
seu número.
Dilma foi questionada pelos adversários principalmente
sobre suspeitas de corrupção na Petrobras. Preso, o ex-diretor da estatal Paulo
Roberto Costa acusou uma dúzia de políticos de receberem propina de empresas
com negócios na Petrobras. "Acho que corruptos há em todos os
lugares, o que é necessário é que as instituições sejam capazes de investigar.
[...] E quero dizer uma coisa, não acredito que tenha alguém acima de
corrupção. Acho que todo mundo pode cometer corrupção, as instituições é que
têm que ser virtuosas e impedirem que isso ocorra", disse a presidente.
Aécio foi o que mais tempo
dedicou ao assunto, afirmando que Dilma tratou com leniência Costa, que recebeu
elogios na ata da Petrobras que registra sua saída do cargo. Dilma rebateu
afirmando que o próprio Costa reconheceu, em depoimento no Congresso, que foi
instado pelo governo a pedir demissão. "Vocês entregaram a nossa maior empresa, e isso quem
diz é a Polícia Federal, a uma quadrilha, a uma organização criminosa que lá se
instalou. O diretor está preso. Esse é o lado perverso do aparelhamento da
máquina pública, a pior marca do governo do PT", disse o tucano.
Marina afirmou que Dilma
patrocinou uma "demissão premiada" ao ex-diretor, em referência à
delação premiada que ele negociou com o o Ministério Público. Aécio também
explorou a acusação de que a campanha de Dilma tem usado os Correios de forma
irregular em sua campanha, na distribuição de material de propaganda. A estatal
nega, afirmando que faz o serviço para políticos de vários partidos.
No primeiro momento em que partiu
para a ofensiva contra um dos adversários, Dilma escolheu Aécio e falou sobre o
tema das privatizações, que os petistas usaram contra os tucanos em campanhas
eleitorais anteriores. Aécio defendeu as privatizações do governo FHC (1995-2002)
e puxou
aplausos para o ex-presidente, que estava presente na plateia da Globo.
Na campanha deste ano, Aécio abandonou a tática adotada pelos tucanos nas
eleições presidenciais de 2002, 2006 e 2010, quando os candidatos do partido
deram a FHC e seu governo papel secundário por temer desgaste. (Folha de São
Paulo).
Editado por: Edison Franco.
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